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JORNAL RECORD

Espregueira Mendes acusado de burla
BCP ALEGA PREJUÍZO DE 10 MILHÕES DE EUROS

Espregueira Mendes, administrador da FC Porto Multimédia, vai conhecer no próximo dia 27 de Junho o acórdão relativo ao caso no qual é réu, acusado de burla qualificada, numa época em que era administrador da SAD do FC Porto para o futebol. Nas alegações finais, que decorreram hoje no tribunal de S. João Novo, no Porto, o Ministério Público entendeu que o Banco Mello, entretanto absorvido pelo BCP, teve um prejuízo de 3,7 milhões de euros.

Segundo a acusação, que o MP diz ter sido confirmada em sede de audiência, Nuno Espregueira Mendes abriu contas paralelas e uma em nome da mulher (falsificando a assinatura), onde depositava grandes quantias, muitas delas "de pessoas relacionadas com o universo do FC Porto". Espregueira Mendes, na qualidade de director da agência do Banco Mello nas Antas, oferecia taxas de juro superiores às do próprio banco e aplicava esse dinheiro na bolsa, concedendo também empréstimos a taxas atractivas e abaixo dos preço produtos bancários. António Oliveira, Joaquim Oliveira e Rui Moreira foram alguns dos investidores que conseguiu atrair.

Segundo a advogada do BCP - banco que se constituiu como assistente -, Espregueira Mendes actuava de "forma astuciosa" e dentro de "uma falsa realidade", tudo com o propósito claro de "enriquecimento pessoal", utilizando esse dinheiro inclusivamente para pagar viagens suas e outras despesas. O banco calcula o seu prejuízo em 10 milhões de euros.

Gil Moreira dos Santos, advogado de Espregueira Mendes, fez uma longa dissertação e admitiu que pode estar em causa uma situação de infedilidade administrativa ou abuso de confiança e nunca de burla, como alega o MP. O advogado que também defende Pinto da Costa terminou o seu discurso com uma quadra de António Aleixo, depois de ter citado Skaspeare, justificando o impacto da acusação com "a importância de se chamar Espregueira Mendes ou Moreira".
Autor: EUGÉNIO QUEIRÓS
Data: Quinta-feira, 29 Maio de 2008 - 18:06