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Boronha: «Candidatura de Duque foi assassinada com telefonema às 3 da manhã»
EX-VICE DA FPF FAZ DURAS CRÍTICAS E LEVANTA QUESTÕES POLÉMICAS

 

António Boronha, vice-presidente da FPF de 1998 a 2002 considera que o requerimento do Ministério Público de Gondomar para chamar como testemunhas Soares, Franco, António Carraça e Vítor Pereira - a fim de esclarecer factos relativos às eleições federativas de 1998 - "faz doer a alma".
"Afinal, o MP pretende provar o quê? Que a Liga, leia-se Valentim Loureiro no exercício da sua presidência, "mandava" na FPF? Qual a dúvida? Tendo 100 votos, em 500, na assembleia eleitoral?", interroga-se num texto editado hoje no seu blog (antonioboronha.blogspot.com).

"Contra um sindicato de voto - composto pela Liga, mais "arbitragem", mais "treinadores" (meu Deus,,,como é que tal de José Pereira continua a ser presidente, há uma década, de uma associação profissional com tanto peso no futebol?), e mais três ou quatro associações regionais (Porto, Braga e Aveiro, por exemplo...) - quem é que se lhe(s) conseguir opor?", refere, para concluir: "Nomeariam todos os 'Pintos de Sousa" que entendessem e achassem poder vir a ter serventia". Até porque "nem ao rei Artur, perante um Madaíl "ligado á máquina", na sequência do desastre coreano, lhe permitiram, sequer, que fosse a jogo".

Boronha revela que a candidatura de Luís Duque a presidente da FPF, em 1998, foi "assassinada" com "um telefonema às 3 da manhã para o programa Donos da Bola". "Por que é que Carraça, adversário 'militante' de Gilberto Madail, lhe 'sacava' 20% do valor dos prémios pagos aos jogadores da selecção?", foi outra questão que lançou.

"Recordo, por ilustrativo, perante o silêncio envergonhado da Comunicação Social, para não lhe chamar cúmplice, que a instituição de utilidade pública do doutor Madail, primeiro 'comprou' o 'bom' do Carlos Silva para vice-presidente das selecções, prometendo este não fazer ondas, é claro!. E depois 'aproveitou' a morte do homem para (lhe) enterrar definitivamente a função estatutária...", desenvolveu.

"Finalizando, tudo isto (como me disse alguém) se não estranho, é, no mínimo, curioso chamar a depor contra o 'sistema' os que continuam a viver do e no 'sistema', uns mais, outros menos...longe, para confirmarem em tribunal o...óbvio!", conclui o autor do famoso, e polémico "Relatório Boronha", um levantamento das causas do desastre do Mundial da Coreia/Japão.

Autor: EUGÉNIO QUEIRÓS
Data: Segunda-feira, 28 Abril de 2008 - 11:58